18 de out de 2013

DNIT apresenta projeto do lote 4 na Câmara do Comércio do Rio Grande

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participou, nesta terça-feira (03/09), de uma reunião na Câmara do Comércio da cidade do Rio Grande. A pauta foi sugerida pela entidade com o objetivo de propor medidas para minimizar os problemas do trânsito no lote 4 da BR-392. Representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), concessionária Ecosul, empresas da Estrada da Barra e o prefeito da cidade, Alexandre Lindenmeyer, comporam a mesa.

O engenheiro do DNIT, Vladimir Casa, iniciou sua apresentação mostrando o projeto básico das obras de duplicação neste trecho, que se estende do quilômetro zero até os Molhes da Barra. Segundo ele, este lote será licitado a partir da modalidade de Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), o que permitirá maior rapidez no processo. “Esta é uma obra para ser executada em, no mínimo, dois anos e meio devido a sua complexidade”, disse. Casa explicou ainda que este é um empreendimento prioritário para o Governo Federal e que o assunto está sendo tratado pela Coordenadoria Geral do Meio Ambiente (CGMAB) da autarquia, em Brasília. “Falta o Licenciamento Ambiental e montar o edital de licitação”.


Renan Guterres Lopes, presidente da Câmara, sugeriu algumas medidas paliativas para melhorar o fluxo de carros no local, como: o uso do acostamento como pista, o asfaltamento da estrada que liga a BR-392 a Valporto e a construção de uma passarela em frente ao Polo Naval. De acordo com Casa, o DNIT é a autarquia executora enquanto a operação da via existente é responsabilidade da concessionária, fiscalizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “O projeto permite que algumas alterações sejam feitas desde que a empresa ganhadora da licitação cumpra com os preceitos básicos e absorva eventuais custos extras”, disse.

Lindenmeyer afirmou que a duplicação do lote 4 é uma medida estratégica. “O fluxo viário nas horas de pico é extremamente lento, o que impacta em todo o desenvolvimento da região. O fluxo intenso e sem condições adequadas acaba gerando ainda riscos à vida”. O prefeito disse esperar a licitação com a maior brevidade possível e que o município tem feito uma incursão junto ao Governo Federal sobre estas principais pautas.
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