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18 de set. de 2012

Gestão Ambiental da BR-116/392 participará do V CPEASul/ IV EDEA

Os projetos de rodovias federais vêm sendo adequados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) atendendo às exigências da legislação ambiental e do licenciamento, com a finalidade de causarem o mínimo de impactos negativos ao ambiente no qual estão inseridos. Por isso são desenvolvidos Planos Básicos Ambientais (PBA) para cada rodovia contendo medidas de prevenção, mitigação ou compensação dos impactos inerentes às grandes obras. Na BR-116/392 (trecho que abrange o Contorno de Pelotas e liga o município à Rio Grande) a Gestão Ambiental do empreendimento é desenvolvida pela empresa STE – Serviços Técnicos de Engenharia S.A. que gerencia, supervisiona e executa 18 programas ambientais.

11 de set. de 2012

Obras da BR-116/392 são abordadas na Semana Acadêmica da Engenharia Civil

O andamento da obra e a Gestão Ambiental do empreendimento foram temas durante o evento que reuniu mais de 350 estudantes

As obras de duplicação da BR-116/392 foram abordadas em dois momentos distintos durante a Semana Acadêmica da Engenharia Civil da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Na segunda-feira (20.08) o coordenador dos Programas de Educação Ambiental e Comunicação Social apresentou um panorama da Gestão Ambiental que vem sendo desenvolvida durante o andamento das obras. Na quinta-feira (23.08), a coordenadora setorial da Gestão, Renata Freitas, participou do painel “Logística de Rodovias”, no qual pode falar sobre os cuidados para mitigar os impactos ao meio ambiente, desenvolvidos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), responsável pela obra.

25 de jul. de 2012

UFPR promove 1º Workshop de Rodovias Sustentáveis do País


Participação no evento, que acontece na próxima sexta-feira (27), pode ser confirmada até a próxima quinta-feira (26)

No ano em que o Brasil foi palco de um dos eventos ambientais mais esperados do Mundo, a Rio+20, a sustentabilidade não só se consolida na pauta dos governos e da sociedade civil como já se mostra critério em projetos concretos, como as rodovias. Com a preocupação em viabilizar o desenvolvimento sustentável das estradas do país, acontece no próximo dia 27 de julho, o 1º Workshop de Rodovias Sustentáveis.

O encontro será um espaço para discutir temas como novos desafios na sustentabilidade de rodovias, certificação e gestão ambiental. Ao término, haverá uma mesa redonda com conclusões e recomendações para a implantação de rodovias sustentáveis.

12 de jul. de 2012

Delegação do Dnit visita o Instituto de Biologia, com entrepalavras

Entrevistamos Aline Freitas, bacharel em Química,  servidora de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) , tendo atuado sempre na área de licenciamento ambiental, e está há 7 anos no DNIT, no momento Coordenadora Geral de Meio Ambiente do DNIT.
Quando buscamos exemplos de EIA-RIMA o que nos vem à cabeça é sempre uma fábrica, um aeroporto, uma barragem, raramente nos deparamos com exemplos de uma estrada. Isto é porque os impactos ambientais de estradas são pequenos ou porque  ainda temos poucos estudos consistentes sobre o tema?
ALINE FREITAS: Rodovias e ferrovias são empreendimentos considerados lineares, portanto, por sua natureza geográfica, o mapeamento dos impactos é feito de forma diferenciada, mas o grau de impacto dependerá do tipo da obra. Os impactos diretos e indiretos, bem como seus benefícios, devem ser considerados de forma integrada com o local e o projeto proposto; se será uma implantação, pavimentação, melhoramentos ou duplicação de uma estrada já existente, sempre considerando que poderá criar novas formas de interligação locais, regionais e interestaduais.
Desde a Constituição de 1988, e ainda com o advento da Política Nacional de Meio Ambiente, que instituiu o licenciamento ambiental como uma ferramenta, já se previa que estradas e ferrovias poderiam ser empreendimentos potencialmente causadores de impactos. Não são poucos os estudos consistentes. Cada obra exige que seja elaborado um estudo que pode ser um EIA, um RCA ou outro tipo de estudo ambiental. Por isso, diversos estudos de avaliação de impactos ambientais já foram elaborados a fim de subsidiar os licenciamentos ambientais da obras realizadas nas últimas décadas. Talvez, o que falta é a análise na fase pós-licenciamento da efetividade das medidas mitigatórias e/ou compensatórias na redução dos impactos previstos, o que o DNIT já vem buscado elucidar e divulgar.
Argumenta-se que as estradas servem para a formação espinha-de-peixe, principalmente na região Amazônica. São as estradas que são mal projetadas ou somos nós que não sabemos gerir os impactos indiretos de sua construção.
ALINE FREITAS: Quando uma estrada é aberta ou pavimentada, ela facilita o acesso entre pólos urbanos distantes, integrando áreas que antes eram inacessíveis, o que é um dos efeitos positivos esperados de uma rodovia: promover a integração territorial e facilitar o transporte de cargas e passageiros.
No entanto, é fato que a formação da “espinha-de-peixe” pode ser um efeito não desejado, pois, ao longo do tempo, novas estradas secundárias (ou “vicinais”) podem ser criadas, de forma legal ou não.
Durante a avaliação dos impactos, procura-se sempre ponderar os efeitos positivos e negativos previstos quando da instalação da rodovia para subsidiar a decisão pela obra propriamente dita. Esse impacto, dentre outros positivos e negativos, é levado em conta quando se projeta obras nas rodovias localizadas em áreas florestadas, e é considerado quando da análise integrada dos impactos para a escolha das alternativas de traçado.
Dessa forma, juntamente com as medidas mitigatórias e compensatórias a serem implementadas (como criação de unidades de conservação, programas ambientais e fiscalização na rodovia), é possível o controle desse efeito negativo por meio de um zoneamento ecológico econômico efetivo na região, com um planejamento a disciplinar do uso do solo, cabendo ainda ações de monitoramento e fiscalização pelo poder público local para o controle quanto ao desmatamento nas propriedades que margeiam a rodovia.

22 de jun. de 2012

Bióloga do ITTI apresenta trabalho no 6º Congresso Brasileiro de Mastozoologia

Marcela Sobanski comenta os resultados de um ano de monitoramento de atropelamento de animais na BR 262
O evento acontece em Corumbá, pela primeira vez fora das regiões Sul e Sudeste. 


Entre os dias 25 e 29 de junho, Corumbá (MS) será sede do 6º Congresso Brasileiro de Mastozoologia (CBMz), que tem como tema “A Mastozoologia e a crise da Biodiversidade”. Para discutir o manejo e a conservação de mamíferos no Brasil e no mundo, o evento conta com a participação de pesquisadores de todo o país, como a bióloga Marcela Sobanski, do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura da Universidade Federal do Paraná (ITTI-UFPR), que apresenta o trabalho “Atropelamentos de mamíferos silvestres na Rodovia BR 262 – trecho entre Anastácio e Corumbá”. O trecho da BR 262 entre as cidades de Corumbá e Anastácio passa por obras de revitalização. O ITTI-UFPR, parceiro do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), é responsável pela gestão ambiental do empreendimento e realiza 15 programas paralelos à reforma. Um deles é o Monitoramento de Atropelamento de Fauna, que cataloga animais atropelados no trecho há um ano. Um supervisor ambiental faz o trajeto uma vez por semana, ida e volta, anotando e fotografando as espécies encontradas mortas na rodovia.


16 de mai. de 2012

Gestão Ambiental da BR-101/NE no 15º ENACOR


Entre os dias 8 e 11 de maio, o Departamento de Estradas de Rodagem do Espírito Santo (DER-ES), juntamente com a Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER) e a Secretaria dos Transportes e Obras Públicas do Espírito Santo (Setop) promoveram, no Centro de Convenções de Vitória, o 15ª Encontro Nacional de Conservação Rodoviária-ENACOR.

16 de mar. de 2012

DNIT participa de Seminário de Meio Ambiente


A Coordenadora Geral de Meio Ambiente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Aline Freitas, proferiu na quarta-feira (14) a palestra Gestão Ambiental de Rodovias no I Seminário de Meio Ambiente – Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável que aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília.
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