Mostrando postagens com marcador seminários e cursos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seminários e cursos. Mostrar todas as postagens

25 de jul. de 2012

UFPR promove 1º Workshop de Rodovias Sustentáveis do País


Participação no evento, que acontece na próxima sexta-feira (27), pode ser confirmada até a próxima quinta-feira (26)

No ano em que o Brasil foi palco de um dos eventos ambientais mais esperados do Mundo, a Rio+20, a sustentabilidade não só se consolida na pauta dos governos e da sociedade civil como já se mostra critério em projetos concretos, como as rodovias. Com a preocupação em viabilizar o desenvolvimento sustentável das estradas do país, acontece no próximo dia 27 de julho, o 1º Workshop de Rodovias Sustentáveis.

O encontro será um espaço para discutir temas como novos desafios na sustentabilidade de rodovias, certificação e gestão ambiental. Ao término, haverá uma mesa redonda com conclusões e recomendações para a implantação de rodovias sustentáveis.

12 de jul. de 2012

Delegação do Dnit visita o Instituto de Biologia, com entrepalavras

Entrevistamos Aline Freitas, bacharel em Química,  servidora de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) , tendo atuado sempre na área de licenciamento ambiental, e está há 7 anos no DNIT, no momento Coordenadora Geral de Meio Ambiente do DNIT.
Quando buscamos exemplos de EIA-RIMA o que nos vem à cabeça é sempre uma fábrica, um aeroporto, uma barragem, raramente nos deparamos com exemplos de uma estrada. Isto é porque os impactos ambientais de estradas são pequenos ou porque  ainda temos poucos estudos consistentes sobre o tema?
ALINE FREITAS: Rodovias e ferrovias são empreendimentos considerados lineares, portanto, por sua natureza geográfica, o mapeamento dos impactos é feito de forma diferenciada, mas o grau de impacto dependerá do tipo da obra. Os impactos diretos e indiretos, bem como seus benefícios, devem ser considerados de forma integrada com o local e o projeto proposto; se será uma implantação, pavimentação, melhoramentos ou duplicação de uma estrada já existente, sempre considerando que poderá criar novas formas de interligação locais, regionais e interestaduais.
Desde a Constituição de 1988, e ainda com o advento da Política Nacional de Meio Ambiente, que instituiu o licenciamento ambiental como uma ferramenta, já se previa que estradas e ferrovias poderiam ser empreendimentos potencialmente causadores de impactos. Não são poucos os estudos consistentes. Cada obra exige que seja elaborado um estudo que pode ser um EIA, um RCA ou outro tipo de estudo ambiental. Por isso, diversos estudos de avaliação de impactos ambientais já foram elaborados a fim de subsidiar os licenciamentos ambientais da obras realizadas nas últimas décadas. Talvez, o que falta é a análise na fase pós-licenciamento da efetividade das medidas mitigatórias e/ou compensatórias na redução dos impactos previstos, o que o DNIT já vem buscado elucidar e divulgar.
Argumenta-se que as estradas servem para a formação espinha-de-peixe, principalmente na região Amazônica. São as estradas que são mal projetadas ou somos nós que não sabemos gerir os impactos indiretos de sua construção.
ALINE FREITAS: Quando uma estrada é aberta ou pavimentada, ela facilita o acesso entre pólos urbanos distantes, integrando áreas que antes eram inacessíveis, o que é um dos efeitos positivos esperados de uma rodovia: promover a integração territorial e facilitar o transporte de cargas e passageiros.
No entanto, é fato que a formação da “espinha-de-peixe” pode ser um efeito não desejado, pois, ao longo do tempo, novas estradas secundárias (ou “vicinais”) podem ser criadas, de forma legal ou não.
Durante a avaliação dos impactos, procura-se sempre ponderar os efeitos positivos e negativos previstos quando da instalação da rodovia para subsidiar a decisão pela obra propriamente dita. Esse impacto, dentre outros positivos e negativos, é levado em conta quando se projeta obras nas rodovias localizadas em áreas florestadas, e é considerado quando da análise integrada dos impactos para a escolha das alternativas de traçado.
Dessa forma, juntamente com as medidas mitigatórias e compensatórias a serem implementadas (como criação de unidades de conservação, programas ambientais e fiscalização na rodovia), é possível o controle desse efeito negativo por meio de um zoneamento ecológico econômico efetivo na região, com um planejamento a disciplinar do uso do solo, cabendo ainda ações de monitoramento e fiscalização pelo poder público local para o controle quanto ao desmatamento nas propriedades que margeiam a rodovia.

22 de jun. de 2012

Bióloga do ITTI apresenta trabalho no 6º Congresso Brasileiro de Mastozoologia

Marcela Sobanski comenta os resultados de um ano de monitoramento de atropelamento de animais na BR 262
O evento acontece em Corumbá, pela primeira vez fora das regiões Sul e Sudeste. 


Entre os dias 25 e 29 de junho, Corumbá (MS) será sede do 6º Congresso Brasileiro de Mastozoologia (CBMz), que tem como tema “A Mastozoologia e a crise da Biodiversidade”. Para discutir o manejo e a conservação de mamíferos no Brasil e no mundo, o evento conta com a participação de pesquisadores de todo o país, como a bióloga Marcela Sobanski, do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura da Universidade Federal do Paraná (ITTI-UFPR), que apresenta o trabalho “Atropelamentos de mamíferos silvestres na Rodovia BR 262 – trecho entre Anastácio e Corumbá”. O trecho da BR 262 entre as cidades de Corumbá e Anastácio passa por obras de revitalização. O ITTI-UFPR, parceiro do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), é responsável pela gestão ambiental do empreendimento e realiza 15 programas paralelos à reforma. Um deles é o Monitoramento de Atropelamento de Fauna, que cataloga animais atropelados no trecho há um ano. Um supervisor ambiental faz o trajeto uma vez por semana, ida e volta, anotando e fotografando as espécies encontradas mortas na rodovia.


10 de abr. de 2012

DNIT promove Oficina sobre Gestão Ambiental de Infraestrutura de Transportes

No dia 30 de abril o DNIT, por meio de sua Coordenação Geral de Meio Ambiente, promoveu mais um Workshop sobre Gestão Ambiental em Infraestrutura de Transportes. O evento reuniu no DNIT Sede em Brasília cerca de 80 pessoas entre técnicos do DNIT, Coordenações das Gestões Ambientais das rodovias e superintendentes regionais da Autarquia.

2 de abr. de 2012

Seminário de Discussão do Processo de Licenciamento Ambiental de Ferrovias


DNIT reúne coordenadores de gestões ambientais do país

Uma nova iniciativa do DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, por meio da CGMAB - Coordenação Geral de Meio Ambiente, reuniu no dia 30/03, em Brasília, as Coordenações das Gestões Ambientais das BR’s do país.

14 de mar. de 2012

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável é debatido por mais de 400 pessoas

O Seminário de Meio Ambiente – Gestão Ambiental e do Desenvolvimento Responsável, aberto no dia 13/03, em Brasília, reuniu cerca de 400 participantes para discutir, refletir e apontar os avanços na gestão ambiental compartilhada.

3 de fev. de 2012

DNIT promove evento sobre novas Normas e Legislação Ambiental

A Coordenação-Geral de Meio Ambiente do DNIT, a CGMAB, mobilizou toda equipe, na quinta-feira, 26 de janeiro, para realizar uma discussão sobre novas normas e legislação ambiental, no Auditório do DNIT sede em Brasília.

2 de dez. de 2011

CBIC destaca pautas voltadas ao meio ambiente

As inscrições ao I Prêmio de Jornalismo da Indústria da Construção estão abertas até 20 de dezembro e o formulário pode ser obtido neste link. Podem concorrer reportagens veiculadas em jornais e revistas, emissoras de rádio e televisão (incluindo TV por assinatura), além de sites de notícias.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...